Um canal de diálogo

Educativo
Foto: Byron Prujansky / Museu do Amanhã

O Programa de Educação do Museu do Amanhã tem capacidade para receber 90 mil pessoas por ano, com o desafio de que cada uma das visitas seja um encontro para refletir juntos sobre os amanhãs possíveis. Conta com uma equipe interdisciplinar para a realização de visitas mediadas e escolares e propõe eixos temáticos para o debate dos professores com os alunos, trazendo as questões abordadas no Museu, sua arquitetura, a Baía de Guanabara e a região histórica do entorno.

A partir dos ambientes e das experiências do Museu, foram propostos debates com os professores sobre temas como a relação do homem com o ambiente, consumo sustentável, superpopulação, desigualdade, multiculturalidade, saúde, novas tecnologias e mundo do trabalho. Também são objeto de estudo a área externa do edifício, a Baía de Guanabara e a região histórica onde o museu está localizado, a chamada Pequena África.

As atividades educativas foram concebidas para incluir e conectar pessoas de diferentes faixas etárias, formações, regiões geográficas e contextos socioeconômicos. Em “Minha avó também faz ciência”, crianças e idosos são convidados a participar de atividades conjuntas, unindo saberes de diferentes formações e épocas, mostrando que o aprendizado é um processo constante.

Já o fórum de debates “Manifestação” reunirá jovens para refletir sobre o Amanhã, com encontros que podem culminar com uma festa na Praça Mauá, em frente ao Museu. No curso modular “Por dentro do Amanhã”, cada experiência do Museu será aprofundada.

“Nosso trabalho tem como norte a formação em Ciência e Cultura. O objetivo é incentivar o desenvolvimento do pensamento científico, sempre desmitificando a ciência e aproximando-a do cotidiano”, diz a gerente de Educação do Museu, Melina Almada.