Tromba D’Água
Exposição
Titulo
Tromba D’Água
Waterspout
Descrição
A exposição faz parte da Ocupação Esquenta COP, que propõe novas formas de ver, sentir e agir diante da crise climática
The exhibition is part of the Ocupação Esquenta COP, which proposes new ways of seeing, feeling and acting in the face of the climate crisis
Autoria
Ana Carla Soler, Carolina Rodrigues e Francela Carrera
Texto
A LINGUAGEM DA ÁGUA Para o filósofo grego pré-socrático Empédocles (495 a.C – 430 a.C.), a essência da vida resultava da interação dos quatro elementos — água, terra, fogo e ar — com duas forças, a do amor e a da discórdia. Quando o amor predomina, os elementos estão integrados em equilíbrio. Se a discórdia se instala, gera-se o caos. A mesma água que mata a sede, que refresca o corpo, que abençoa, que lava, que irriga alimentos e que encanta os olhos, também tem seus dias de mau humor. Trombas d’água, temporais, enchentes, alagamentos, tsunamis, maremotos — e outros que a ciência moderna chama de “eventos extremos” — têm sido cada vez mais frequentes no Brasil e no mundo Talvez Iemanjá, Iara, Netuno, Nossa Senhora dos Navegantes, Oxum, as Sereias, Poseidon, a Mãe d’Água, ao agitarem as águas, queiram nada mais que nos chamar a atenção para a necessidade de amarmos uns aos outros, ao mundo, a nós mesmos e às águas. Para o nosso próprio bem, precisamos ouvir esse chamado. Afinal, nosso corpo é 70% água, assim como o planeta é 70% oceano Se há um chamado, é porque a água se comunica. Sua linguagem é contínua, fluida, permeável, profunda, mutante, líquida. Justamente por isso, para perceber este idioma, é preciso muita atenção. A exposição Tromba D’Água traduz a linguagem aquática para nossa desatenta percepção. O que ela te diz? Fabio Scarano, curador do Museu do Amanhã Instituto Artistas Latinas O Instituto Artistas Latinas, desde 2019, busca fortalecer a ampliação do conhecimento sobre a produção de artistas mulheres na arte contemporânea. Por meio de uma plataforma digital, reúne centenas de nomes e biografias de todas as regiões da América Latina, promovendo intercâmbios de pesquisa e expandindo o mapeamento de conexões artísticas entre os países. As redes sociais do Instituto funcionam como amplificadoras do trabalho de artistas e de iniciativas que trazem visibilidade para a produção artística de mulheres. Esse conjunto permite uma maior atuação do Instituto em outras localidades, impactando diretamente doze países, seja por meio de iniciativas presenciais ou virtuais Além disso, o Instituto desenvolve e difunde conteúdos diversos que consolidam o diálogo de arte contemporânea, oferece ações educativas e de formação livre, organiza projetos de exposições e institucionais, realiza consultoria para coleções públicas e particulares, promove participações em feiras de Arte e facilita cursos voltados ao protagonismo feminino É com grande honra que o Instituto Artistas Latinas exibe a exposição Tromba D`água, em sua primeira itinerância, no Museu do Amanhã. Apresentada pela primeira vez no Sesc São Gonçalo, em 2024, iniciamos um projeto de circulação da mostra como um desejo de avançar e expandir as discussões que fomentam o papel da arte contemporânea junto ao pensamento sobre ecologias e presentes/futuros possíveis. Todas as catorze artistas convidadas para ocupar este espaço traduzem, em poéticas próprias, a relação direta e subjetiva com a principal fonte da vida humana e suas principais controvérsias e desdobramentos sociais, raciais e econômicos Tromba d’Água GotaGoteiraChuvaChuvaradaCascataCachoeiraEnxurradaTromba d’água Força soberana, correnteza, intensidade incontrolável que rompe as margens e conecta o mar, o céu e os rios As águas estão para a humanidade como o sol está para os planetas. A vida orbita os seus contornos, se agrupando em uma atração gravitacional que permite a sobrevivência. Sua potência estrutura sociedades, oferece de beber e de comer, gera energia, funciona como transporte e expõe a ingenuidade daqueles que pensam ter o poder de dominá-las O fenômeno da tromba d’água, nos oceanos, conecta o mar e o céu por um vórtice colunar, uma espécie de tornado que liga as nuvens à superfície da água. Forma-se um elo, um pacto, uma ponte entre a vida marítima e os poderes celestes. Sua imagem impõe o poder que a água, enquanto ação, possui Nos rios, sua robustez pode ser fatal para quem não está atento aos sinais das águas, que costumam anunciar a chegada de uma correnteza violenta. Também conhecida como “cabeça d’água”, o fenômeno tromba d’água nas águas doces acontece pelo excesso de chuvas no entorno de uma nascente, que intensifica o fluxo e arrasta tudo que encontra pela frente. Sua intensidade tem a capacidade de romper e modificar as margens A exposição Tromba d’Água reúne elaborações de catorze artistas latino-americanas sobre a coletividade enquanto catalisadora de transformações. As obras de Alice Yura, Azizi Cypriano, Guilhermina Augusti, Jeane Terra, Luna Bastos, Marcela Cantuária, Mariana Rocha, Marilyn Boror Bor, Natalia Forcada, Rafaela Kennedy, Roberta Holiday, Rosana Paulino, Suzana Queiroga e Thais Iroko perpassam assuntos ligados à espiritualidade, em uma relação íntima com as divindades que regem as águas, à ancestralidade, em uma perspectiva espiralar e matriarcal, e à intrínseca relação do feminino com a natureza, em sua potência de nutrir e transformar. Em conjunto, encontramos trabalhos que versam sobre o modo como histórias, memórias e imaginações matrilineares atravessam as barreiras impostas à existência das mulheres Em um contexto social que pretende sufocar, soterrar e ignorar essa pulsão ambiental, o fenômeno da tromba d’água surge como uma alusão ao respeito que devemos ter por essa energia impetuosa. Nesta exposição, as características das águas criam espaço para trilharmos outros percursos na construção de uma sociedade pautada em relações sensíveis entre a humanidade e a natureza. Aqui, as artistas apresentam propostas que ignoram os obstáculos que poderiam limitar sua agência e abrem os caminhos que um dia estiveram obstruídos Ana Carla Soler, Carolina Rodrigues e Francela Carrera, curadoras da exposição É sobre Justiça Climática A América Latina é a segunda região global mais suscetível aos efeitos das mudanças climáticas que acontecem por efeito da ação humana extrativista, desenvolvimentista e lucrativista. As tempestades, inundações e enchentes são alguns dos desastres comuns em regiões de climas tropicais. Desde a invasão e colonização europeia, o conceito estabelecido sobre progresso envolve propostas de urbanização que concretam o que antes eram ferramentas naturais de escoamento de água. Essas propostas também constroem edificações em regiões onde havia afluentes e erguem verdadeiras fortalezas para fazer uso dos recursos naturais, abusando do consumo de combustíveis fósseis Sobre as notícias das inundações recentes no Rio Grande do Sul, muitas pessoas se sensibilizaram com a trágica perda de vidas, bens materiais e imateriais das pessoas que tiveram as suas casas dominadas pelas águas. Foram reunidos esforços por meio de doações, resgates organizados pela sociedade civil e ativação de consciência sobre como ajudar. Entretanto, em momentos como esse, torna-se ainda mais importante compreender e cobrar o poder estatal em relação à segurança das populações que vivem ao longo das margens das águas Não é possível ignorar as pautas de justiça climática, conceito que torna evidente quem são as pessoas que sofrem de forma mais violenta às consequências das catástrofes. Nas periferias de onde se concentra o capital, habitam as populações mais vulneráveis. Em situações de emergências são essas regiões que sofrerão com maior violência às consequências das ações humanas contra o meio ambiente Esta exposição busca redirecionar a atenção, evidenciando o respeito fundamental às relações com a natureza e, principalmente, as estâncias político-empresariais dessas relações. É urgente a prevenção e a mitigação de futuros desastres ambientais e suas consequências. Assim como se faz necessário coibir qualquer tipo de desmatamento e contenção das ações da modernidade que agem estrategicamente na destruição do ecossistema Ana Carla Soler, Carolina Rodrigues e Francela Carrera, curadoras da exposição
Tromba d’Água (Waterspout) According to the Presocratic philosopher Empedocles (c. 492 – 432 B.C.), the essence of life resulted from the interaction among the four elements — water, earth, fire, air — and two forces, love and strife. When love prevails, the elements are integrated in balance. If strife settles in, chaos emerges. The very water that quenches thirst, refreshes the body, blesses, washes, irrigates food and enchants the eyes is also moody sometimes. Waterspouts, storms, floods, tsunamis, seaquakes — and others labeled by the modern science as “extreme events” — have been increasingly more often in Brazil and in the world May Yemoja, Iara, Neptune, Our Lady of Navigators, Oshun, Sirens, Poseidon, Mother of the Waters, by shaking the waters, want nothing else than calling us out for the need to love each other, the world, ourselves and the waters. For our own sake, we need to listen to this calling. After all, our body is 70% of water, as well as the planet is 70% of oceans If there is a call, this is because the water communicates. Its language is continuous, fluid, permeable, deep, changeable, liquid. That is precisely why, to perceive this language, a lot of attention is required. The exhibition Waterspout translates the watery language into our inattentive perception. What does it say to you? Female Latin Artists Institute Since 2019, Female Latin Artists Institute has aimed to strengthen the amplifying of knowledge about the production by female artists in contemporary art. Through a digital platform, it brings together hundreds of names and biographies from all regions of Latin America, promoting research exchanges and expanding the mapping of art connections between countries. The Institute's social media amplify their artworks and initiatives that bring visibility to the art production by women. This allows the Institute to have a greater presence in other locations, directly impacting twelve countries, be it through face-to-face or virtual initiatives Furthermore, the Institute develops and disseminates diverse content that consolidates the contemporary art dialogue, offers free educational and training activities, organizes exhibition and institutional projects, provides consultancy for public and private collections, promotes participation in art fairs and facilitates courses that address the female protagonism It is with great honor that the Female Latin Artists Institute is showing the Tromba d’Água (Waterspout ) exhibition, in its first tour, at the Museu do Amanhã. First presented at Sesc São Gonçalo in 2024, the project to circulate the show begins as a desire to advance and expand the discussions that foster the role of contemporary art in thinking about ecologies and possible presents/futures. All fourteen artists invited to occupy this space translate, in their own poetic language, the direct and subjective relationship with the main source of human life as well as its main controversies and social, racial, and economic consequences Tromba d’Água (Waterspout) DropDrippingRainRain shower CascadeWaterfallTorrentWaterspout Sovereign strength, current, uncontrollable intensity that breaks the water’s edges and links up the sea, the sky, and the rivers The waters are for humankind like the sun is for the planets. Life gravitates around its contours, assembling itself in a gravitational attraction that allows survivability. Its power frames societies, gives whatever is needed to drink and to eat, generates energy, works as a means of transportation, and uncovers the naivety of whoever thinks has the power to dominate them The waterspout phenomenon, in the oceans, links up the sea and the sky by a columnar vortex, a kind of tornado that connects the clouds to the water surface. It creates a bond, a deal, a bridge between the marine life and the celestial powers. Its image imposes the power that water as action possesses In the rivers, its toughness can be life-threatening for the ones who are not aware of the signs from the waters that usually announce the coming of a violent current. It is also known as “cabeça d’água” [head of water], the waterspout phenomenon results from the excess of water around a headwater that intensifies the flow and drag everything in its way. Its intensity is able to break down and modify the riverbanks The exhibition Tromba d’Água (Waterspout) gathers elaborations by fourteen Latin-American artists about the collectivity as catalyst of transformations. Artworks by Alice Yura, Azizi Cypriano, Guilhermina Augusti, Jeane Terra, Luna Bastos, Marcela Cantuária, Mariana Rocha, Marilyn Boror Bor, Natalia Forcada, Rafaela Kennedy, Roberta Holiday, Rosana Paulino, Suzana Queiroga, and Thais Iroko encompass subject matter on spirituality — in a close relationship with deities that reign the waters —, on ancestry — in a spiral and matriarchal perspective —, and on the inherent relationship between feminine and nature — in its strength to nurture and transform. Altogether, these artworks versify on how matrilineal stories, memories, and imaginations pass through the barriers imposed to women existence In a social context that intends to suffocate, bury, and ignore the environmental drive, the waterspout phenomenon emerges as a reference to the respect that we own for having this impetuous energy. In this exhibition, the characteristics of the water create space so we can walk through new routes in order to build a society based on sensitive relationships between mankind and nature. Here, the artists present proposals which ignore the obstacles that could restrict their agency and clear the ways that had once been blocked It is about Climate Justice Latin America is the second global region most susceptible to climate change effects that result from the extractivist, developmental, and profit-making human action. The rainstorms, floods, and deluges are some of the common disasters in regions of tropical climate. Since the European invasion and colonization, the established concept about progress has addressed proposals of urbanization that cover with concrete what had once been natural tools of drainage spout. These proposals also construct buildings in regions where there had once been tributaries and raise vast strongholds to explore natural resources, abusing the consumption of fossil fuels Following the news of the recent floods in Rio Grande do Sul, many people were touched by the tragic loss of life, material, and immaterial goods of the people whose homes were flooded by the water. Efforts have been made by donations, rescues organized by civil society, and raising awareness about how to help. However, at times like these, it is even more important to understand and demand from the State to ensure the safety of the people living along the water's edge It is not possible to ignore climate justice agendas, a concept that makes it clear who are the people who suffer most violently from the consequences of disasters. The most vulnerable populations live far from the most financially privileged areas. In emergency situations, these impoverished regions will suffer the most violently from the consequences of human actions against the environment This exhibition aims to redirect attention, highlighting the fundamental respect to the relationship with nature and, above all, the political and business instances of these relationships. There is an urgent need to prevent and mitigate future environmental disasters and their consequences. It is necessary to deter any kind of deforestation as well as restrain the actions of modernity that act strategically to destroy the ecosystem
Ficha Técnica
MUSEU DO AMANHÃ Diretor Executivo Cristiano Vasconcelos Curador Fabio Scarano Gerência Geral de Conteúdo Camila Oliveira Exposições Caetana Lara Resende Ingrid Vidal Julia Deccache Julia Meira Guilherme Venancio Rafael Salimena Nathália Simonetti Lorena Peña Equipe de Museologia Tatiana Paz Fabiana Motta Camilla Brito Atendimento ao Público Wagner Turques Guinesi Alice Villa Frango Nilson da Silva Ramos Alessandra Batista da Conceição Penna Brenda Pinheiro de Oliveira Caio Correa de Sousa Caue de Albuquerque Barroso Douglas Porto Velho Fernando Lopes Barbosa Gabriel da Silva Ramos Guilherme Augusto Gouveia Igor Pereira Alencar Ismael Freire de Almeida Jose Americo da Rocha Filho Jose Francisco de Souza Luis Rodrigo dos Santos Mariana Macedo do Nascimento Matheus dos Santos Oliveira Queren Priscila Oliveira de Souza Rafael de Souza de Almeida Raisa Medeiros de Oliveira Shirlei de Oliveira Chagas Vinicius Marcelo de Oliveira dos Santos Vitor Santos da Silva Yan Gomes Silveira Educação Museal Stephanie Santana Renan Freira Bianca Paes Araújo Bruno Baptista Fernanda De Castro Juan Barbosa Julia Mayer Juliana Câmara Marcus Andrade Maria Luiza Lopes Nicolle Portela Nicolle Soalheiro Thainá Nunes Vinicius Andrade Vinicius Valentino Instalações Audiovisuais Luiz Lima Ana Barth Bruno Carreiro Edson Castro Vanderson Vieira Inovatec Soluções Audiovisuais Instalação Elétrica Francisco Galdino Diogo Freire Marlon Vidal Silas Miranda Alexandre Souto Jefton Elias Ezequiel Tavares Jose Petrucio Camila Fraga EXPOSIÇÃO TROMBA D`ÁGUA Curadoria Ana Carla Soler, Carolina Rodrigues e Francela Carrera Artistas Alice Yura, Azizi Cypriano, Guilhermina Augusti, Jeane Terra, Luna Bastos, Marcela Cantuária, Mariana Rocha, Marilyn Boror Bor, Natalia Forcada, Rafaela Kennedy, Roberta Holiday, Rosana Paulino, Suzana Queiroga e Thais Iroko Direção Geral e Artística Paulo Farias Direção de Produção Marianna Botelho Produção Lorena Peña | Museu do Amanhã Órbita Produções Projeto Expográfico Gisele de Paula Arquitetura Projeto de Design Marina Castilho Projeto de Iluminação Katona Design Assistentes De Expografia Iolaos Coelho Alexandra Souza Cenotécnico Cactus Produções Gráfica Base Comunicação Visual Montagem Fina Kbedim Museologia Laura Ghelman Débora Koury Acessibilidade de Conteúdo Jéssica Valente – Intérprete De Libras Igor Affonso – Desenvolvimento De Obras Táteis Paju Sa Engenharia - Piso E Mapa Tátil Advogado Gabriel Reis Agradecimentos Irana Gaia, Melissa Ganaha, Cida Paulino, Lorenna Gaetti, Mendes Wood DM, Marcio Botner, Bianca Bernardo, Luiza Martelotte, A Gentil Carioca, Galeria Matias Brotas, André Stock e Roberto Calmon, Tonico Pereira, Wellington Ribeiro, Daniel Freitas, Ana Portocarrero, Fabiano Cunha, Caetana Nestorov, Julia Deccache, Ingrid Vidal, Camila Oliveira e toda equipe do Museu do Amanhã INSTITUTO ARTISTAS LATINAS Presidente Paulo Farias Vice Presidente Marianna Botelho Secretária Priscila Dantas Conselho Curatorial Ana Carla Soler, Carolina Rodrigues e Francela Carrera Arquiteta Gisele De Paula Advogados Gabriel Reis Haline Vaz
MUSEU DO AMANHÃ Executive Director Cristiano Vasconcelos Curator Fabio Scarano General Content Management Camila Oliveira Exhibitions Caetana Lara Resende Ingrid Vidal Julia Deccache Julia Meira Guilherme Venancio Rafael Salimena Nathália Simonetti Lorena Peña Equipe de Museologia Tatiana Paz Fabiana Motta Camilla Brito Public Service Wagner Turques Guinesi Alice Villa Frango Nilson da Silva Ramos Alessandra Batista da Conceição Penna Brenda Pinheiro de Oliveira Caio Correa de Sousa Caue de Albuquerque Barroso Douglas Porto Velho Fernando Lopes Barbosa Gabriel da Silva Ramos Guilherme Augusto Gouveia Igor Pereira Alencar Ismael Freire de Almeida Jose Americo da Rocha Filho Jose Francisco de Souza Luis Rodrigo dos Santos Mariana Macedo do Nascimento Matheus dos Santos Oliveira Queren Priscila Oliveira de Souza Rafael de Souza de Almeida Raisa Medeiros de Oliveira Shirlei de Oliveira Chagas Vinicius Marcelo de Oliveira dos Santos Vitor Santos da Silva Yan Gomes Silveira Museum Education Stephanie Santana Renan Freira Bianca Paes Araújo Bruno Baptista Fernanda De Castro Juan Barbosa Julia Mayer Juliana Câmara Marcus Andrade Maria Luiza Lopes Nicolle Portela Nicolle Soalheiro Thainá Nunes Vinicius Andrade Vinicius Valentino Audiovisual Installations Luiz Lima Ana Barth Bruno Carreiro Edson Castro Vanderson Vieira Inovatec Soluções Audiovisuais Electrical Installation Francisco Galdino Diogo Freire Marlon Vidal Silas Miranda Alexandre Souto Jefton Elias Ezequiel Tavares Jose Petrucio Camila Fraga WATERSPOUT EXHIBITION Curation Ana Carla Soler, Carolina Rodrigues e Francela Carrera Artists Alice Yura, Azizi Cypriano, Guilhermina Augusti, Jeane Terra, Luna Bastos, Marcela Cantuária, Mariana Rocha, Marilyn Boror Bor, Natalia Forcada, Rafaela Kennedy, Roberta Holiday, Rosana Paulino, Suzana Queiroga e Thais Iroko General and Artistic Direction Paulo Farias Production Director Marianna Botelho Production Lorena Peña | Museu do Amanhã Órbita Produções Expographic Project Gisele de Paula Arquitetura Design Project Marina Castilho Lighting Project Katona Design Expography Assistants Iolaos Coelho Alexandra Souza Stage technician Cactus Produções Graphics Base Comunicação Visual Fine Assembly Kbedim Museology Laura Ghelman Débora Koury Content Accessibility Jéssica Valente – Intérprete De Libras Igor Affonso – Desenvolvimento De Obras Táteis Paju Sa Engenharia - Piso E Mapa Tátil Attorney Gabriel Reis Agradecimentos Irana Gaia, Melissa Ganaha, Cida Paulino, Lorenna Gaetti, Mendes Wood DM, Marcio Botner, Bianca Bernardo, Luiza Martelotte, A Gentil Carioca, Galeria Matias Brotas, André Stock e Roberto Calmon, Tonico Pereira, Wellington Ribeiro, Daniel Freitas, Ana Portocarrero, Fabiano Cunha, Caetana Nestorov, Julia Deccache, Ingrid Vidal, Camila Oliveira e toda equipe do Museu do Amanhã LATIN ARTISTS INSTITUTE President Paulo Farias Vice President Marianna Botelho Secretary Priscila Dantas Curatorial Council Ana Carla Soler, Carolina Rodrigues e Francela Carrera Architect Gisele De Paula Lawyers Gabriel Reis Haline Vaz
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Data Inicial
2025-07-18
Data Final
2025-10-14
Classificação
Classificação livre
Acessibilidade
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