O novo poder, de Henry Timms e Jeremy Heimans

Destaques
Início: 
quinta, 30 de agosto de 2018
Término: 
quinta, 30 de agosto de 2018
Local:
Observatório do Amanhã
Horário:
qui 17h-19h

Como influenciar e engajar pessoas no século XXI? Henry Timms e Jeremy Heimans apresentam um estudo minucioso sobre o tema no livro O Novo Poder: Como disseminar ideias, engajar pessoas e estar sempre um passo à frente em um mundo hiperconectado. Em parceria com a Editora Intrínseca, receberemos os autores para um bate-papo com o público. O encontro acontece no dia 30 de agosto, a partir das 17h, aqui no nosso Observatório do Amanhã.

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Em um mundo cada vez mais definido pela alta conectividade e pela diminuição das fronteiras entre o público e o privado, as noções de poder também ganham novos contornos. Se antes eram poucos os que decidiam o futuro das sociedades, hoje a capacidade de promover grandes mudanças está nas mãos de todos. Em O novo poder, livro que chega ao Brasil pela editora Intrínseca, o inglês Henry Timms e o australiano Jeremy Heimans apresentam uma análise minuciosa das ferramentas e dos valores que estão reconfigurando as regras da influência em âmbito global. Recheada de estudos de casos emblemáticos, a obra, incontestavelmente necessária, foi considerada pela Forbes leitura obrigatória para qualquer um que deseje engajar pessoas em uma causa ou marca. 

Aberto, colaborativo, transparente e guiado sobretudo por cidadãos comuns, o novo poder mobiliza milhões e se apoia na criação de comunidades genuinamente integradas. É ele que está por trás não só do sucesso de movimentos como o #MeToo, da reinvenção de marcas como a LEGO e do crescimento de plataformas como o Airbnb, mas também do avanço das ações de recrutamento do Estado Islâmico. “O futuro será uma batalha pela mobilização”, afirmam os autores na obra. “As pessoas comuns, os líderes e as organizações que vão prosperar serão aqueles com mais capacidade de canalizar a energia participativa dos que estão à sua volta — para o bem, para o mal e para o trivial.”

Nascido de um artigo publicado pelos autores, em 2014, na Harvard Business Review, o livro mostra como as disputas entre o velho e o novo poder marcam a era atual. Mas vai muito além e, ao explorar dicotomias como governança formal/governança informal, competição/colaboração, confidencialidade/transparência radical, expertise/cultura do fazedor, entre muitas outras, revela o que os dois lados têm a oferecer àqueles que desejam moldar as próximas décadas. 

AUTORES

  • Henry Timms é presidente e CEO do 92nd Street Y, centro cultural comunitário que fomenta o aprendizado e o engajamento cívico. Sob sua liderança, a instituição de 144 anos entrou na lista da Fast Company de “Empresas mais inovadoras”. É membro visitante do Stanford PACS Center on Philanthropy and Civil Society e um dos fundadores do #GivingTuesday, movimento filantrópico que já arrecadou centenas de milhões de dólares para boas causas. 
     
  • Jeremy Heimans é CEO e um dos fundadores da Purpose, empresa que concebe e apoia movimentos sociais em todo o mundo. É um dos criadores da organização política Australiana GetUp!, da rede de campanhas globais Avaaz e da plataforma de direitos LGBT All Out. Já foi eleito pela Fast Company uma das pessoas mais criativas do ramo de negócios e recebeu da Ford Foundation o 75º Anniversary Visionary Award por seu trabalho pioneiro em causas sociais.
 

O Museu do Amanhã é um museu de ciências aplicadas que explora as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência. Inaugurado em dezembro de 2015 pela Prefeitura do Rio, o Museu do Amanhã é um equipamento cultural da Secretaria Municipal de Cultura, que opera sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG). Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu do Amanhã já recebeu mais de 4 milhões de visitantes desde a inauguração. Tendo como patrocinador máster o Banco Santander, a Shell como mantenedora e uma ampla rede de patrocinadores que inclui empresas como IBM, Engie, Lojas Americanas, Grupo Globo e Renner, o museu foi originalmente concebido pela Fundação Roberto Marinho.